FMI reduz previsão de crescimento para América Latina

Projeção regional de 2026 cai para 2,3% diante do choque de energia.

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FMI reduz previsão de crescimento para América Latina

Em resumo

O Fundo Monetário Internacional reduziu em 13 de outubro de 2026 sua estimativa de expansão para a América Latina e o Caribe. A previsão passou de 2,4% para 2,3% neste ano; para 2027, recuou de 2,7% para 2,5%. O organismo cita efeitos da crise energética e ganhos limitados da onda de investimento em inteligência artificial na região.

FMI reduz previsão de crescimento para América Latina

O FMI espera que a economia da América Latina e do Caribe cresça 2,3% em 2026, abaixo dos 2,4% projetados em julho. A estimativa para 2027 também caiu, de 2,7% para 2,5%. A atualização foi divulgada em 13 de outubro, em um cenário de custos energéticos elevados e incerteza financeira internacional.

O que pesa sobre a região?

O Fundo aponta que o choque de energia ligado à crise no Oriente Médio e o acesso desigual aos benefícios econômicos da inteligência artificial limitam o crescimento. As trajetórias variam de país para país: a projeção para o Brasil é de 2,2% em 2026, segundo a cobertura do relatório. Projeções são cenários econômicos e poderão ser revistas, não resultados já realizados.